O Conselho Temático de Assuntos Legislativos (Coal) tem por missão orientar o posicionamento da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) nas questões relacionadas ao Poder Legislativo e Executivo, visando a correta aplicação das leis, objetivando sensibilizar e mostrar, aos representantes do poder público, a importância de uma atuação a favor do aumento da competitividade das indústrias cearenses e brasileiras.
O Núcleo de Assuntos Legislativos (Nual) foi criado em 2013 para dar suporte ao Coal, aos sindicatos e à Presidência da FIEC, com o propósito de acompanhar ações legislativas no Congresso Nacional – CN, na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará – ALCE, na Câmara Municipal de Fortaleza – CMFOR, e com representantes do Poder Executivo Federal, Estadual e Municipal.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
André Montenegro de Holanda
O Conselho Temático de Educação (Coed) promove discussões sobre educação no Estado do Ceará, nos vários níveis e modalidades, a partir da visão e das demandas do setor industrial, no intuito de promover melhorias na educação do trabalhador, de modo a capacitá-lo para os desafios do mercado. O Conselho também identifica e apoia a difusão de boas práticas educacionais, além de recomendar ações que fortaleçam a educação no Estado.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
O Conselho Temático de Economia, Finanças e Tributação (Cofin) tem por missão orientar o posicionamento da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) nas questões relacionadas à política econômica, que visa o aprimoramento e a competitividade da indústria.
São atribuições deste Conselho Temático deliberar sobre: política econômica; política tributária; intervenção do Estado; sistema financeiro; políticas de desenvolvimento industrial; defesa da empresa nacional; desenvolvimento regional; e infraestrutura (energia, telecomunicação, transporte e defesa do meio ambiente).
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Emílio Fernandes de Moraes Neto
O Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra) visa integrar e desenvolver os setores industriais cearenses, especialmente nas áreas de energia, saneamento básico, transportes, concessões e telecomunicações. As discussões são pautadas na premissa de que o binômio infraestrutura e investimentos adequados é fundamental para o desenvolvimento do país.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Heitor de Mendonça Studart
O Conselho Temático das Micro e Pequenas Empresas (Compem) deve contribuir e incentivar os esforços das micro e pequenas empresas que resultem em melhoria de desempenho e, consequentemente, no aumento dos níveis de produtividade, competitividade empresarial e geração de empregos.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Lauro Martins de Oliveira Filho
O Conselho de Agronegócios (Conag) promove a discussão sobre projetos agroindustriais no Estado do Ceará, visando a melhoria da competitividade das cadeias produtivas de culturas potenciais e tradicionais como algodão, caju, cera de carnaúba, leite, couro e fruticultura.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
José Antunes da Fonseca Mota
O Conselho Temático de Inovação e Tecnologia (Cointec) tem por finalidade contribuir, por meio de execução e articulação de ações e estratégias, com o desenvolvimento do processo de inovação e do fomento à competitividade do setor produtivo. O Cointec acompanha a aplicação das políticas que dizem respeito ao desenvolvimento industrial e tecnológico, promove debate com especialistas e autoridades na área de política industrial e de inovação e avalia as políticas públicas para o setor.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Paulo Rabelo Pinheiro
O Conselho Temático de Inovação e Tecnologia (COINTEC) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) realizou, na última sexta-feira (11/09), sua 3ª reunião, com uma programação voltada à aproximação entre representantes do setor produtivo, poder público, academia e as estruturas de inovação e tecnologia do Sistema FIEC. Pela manhã, os integrantes fizeram uma visita técnica ao SENAI Barra do Ceará e, à tarde, participaram da reunião do Conselho, no Auditório SESI.
A agenda começou com uma recepção no Centro de Excelência Prof. Jurandir Picanço, seguida de uma visita aos laboratórios da unidade. A programação foi conduzida pela assessora para Transição Energética do SENAI Ceará, Isabela Maciel, e pelo gerente do SENAI Barra do Ceará, Dennes Landim Mourão. Durante o percurso, os participantes conheceram o Laboratório de Hidrogênio, o Centro de Excelência e o Laboratório de Energia Solar, espaços dedicados à formação profissional, pesquisa aplicada e desenvolvimento de soluções para a indústria.
Para o presidente do COINTEC e diretor de Inovação da FIEC, Paulo Rabelo, o formato itinerante das reuniões busca aproximar os integrantes do Conselho das estruturas e competências existentes no Ceará, além de estimular novas conexões entre instituições.
“Quando a gente traz as pessoas para a nossa casa para conhecer o que nós temos, elas percebem o que existe aqui e isso gera orgulho. O SENAI entregou ao Ceará uma estrutura que muitos cearenses ainda não conhecem. E essas visitas são importantes justamente para conectar as soluções que temos às demandas de outras instituições”, destacou.
Segundo Rabelo, a iniciativa já começa a abrir possibilidades para novas parcerias. O presidente do COINTEC ressaltou que o Conselho recebeu convites para realizar futuras agendas em instituições como a Base Aérea, o Banco do Nordeste (BNB), a Citinova e a Universidade Federal do Ceará (UFC). “A visita era um teste, mas a aderência foi maravilhosa. Já tivemos conversas e conexões que podem virar negócios entre entidades. A ideia é continuar nesse formato, sempre cuidando para que a visita agregue valor e não tire o foco das pautas estratégicas do COINTEC”, afirmou.
À tarde, a reunião do COINTEC teve início com uma apresentação do Núcleo de Energia do Sistema FIEC, conduzida pelo engenheiro e Consultor de Energia da FIEC, Jurandir Picanço. Entre os temas abordados estiveram os desafios da transição energética, a redução do uso de combustíveis fósseis e as iniciativas desenvolvidas pela Federação para fortalecer o posicionamento do Ceará diante das transformações do setor energético.
Na ocasião, o diretor Regional do SENAI Ceará e superintendente do SESI Ceará, Paulo André Holanda, destacou a importância da integração entre diferentes instituições para ampliar a capacidade de desenvolvimento de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).



“Na hora que vier um projeto de PD&I, vamos chamar todo mundo: a universidade que tem expertise, os institutos federais, os pró-reitores e as instituições que possam contribuir. Vamos trabalhar juntos. Esse é um compromisso que faço com o presidente Ricardo Cavalcante. É assim que vamos conseguir superar os obstáculos”, afirmou.
Paulo André também ressaltou a trajetória de Jurandir Picanço e sua contribuição para o debate de pautas estratégicas do Ceará. “É impressionante a forma como o professor Picanço trata as coisas com muita seriedade, ética e de forma propositiva. Ele tem um nível de conhecimento muito grande e está sempre presente nas principais pautas do nosso Estado”, destacou.
Roadmap para inovação
A segunda apresentação ficou a cargo do especialista em Prospectiva Estratégica do Observatório da Indústria Ceará, Gabriel Gaspar, que apresentou o projeto “Roadmap de CT&I do Ceará: metodologia participativa, governança multinível”.
A iniciativa parte do Índice de Inovação da FIEC, lançado em 2025, e tem como referência a meta de posicionar o Ceará entre os cinco estados mais inovadores do Brasil até 2035, com um ecossistema de ciência, tecnologia e inovação forte, conectado e sustentável.
De acordo com Gabriel, o roadmap será construído de forma participativa e contará com ferramentas interativas para acompanhar as metas e os indicadores definidos para o desenvolvimento do ecossistema de inovação cearense.
“A gente tem um desafio de correr contra o tempo e precisa da colaboração de todo mundo. A nossa visão é ter o Ceará entre os cinco estados mais inovadores do Brasil até 2035. Para isso, precisamos acompanhar tudo o que está sendo feito para atingir esse objetivo e desenvolver uma ferramenta que permita esse acompanhamento”, explicou.
O especialista destacou ainda que a proposta busca superar modelos tradicionais de roadmap ao incorporar mecanismos de governança e acompanhamento contínuo. Segundo ele, a experiência já desenvolvida pelo Observatório da Indústria em outras iniciativas demonstra o potencial das ferramentas interativas para monitorar avanços e fortalecer a articulação entre os diferentes atores envolvidos.
Inovação na prática
A programação também possibilitou aos integrantes do COINTEC conhecer iniciativas desenvolvidas por estudantes do SENAI Ceará nas áreas de inovação e empreendedorismo. Entre os projetos apresentados esteve uma solução criada por alunos participantes da SAGA SENAI Empreendedora, iniciativa que estimula o desenvolvimento de soluções para desafios reais da indústria.
A técnica em Sistemas de Energias Renováveis do SENAI, Kaylane dos Santos, apresentou o projeto desenvolvido por uma equipe multidisciplinar formada por estudantes de diferentes cursos técnicos. A solução utiliza inteligência artificial para integrar informações de diferentes áreas de uma empresa e reduzir gargalos e retrabalho.
“Nosso objetivo é juntar diferentes áreas para criar, inovar e empreender. Estamos desenvolvendo um sistema centralizado, com inteligência artificial, para facilitar o acesso às informações e permitir que a empresa converse com o próprio sistema”, explicou.
Batizada de Cronos IA, a ferramenta pretende automatizar consultas, emitir notificações e antecipar possíveis gargalos nos processos produtivos e de gestão. A expectativa da equipe é que a solução possa, futuramente, ser transformada em um novo negócio.





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O Conselho Temático de Responsabilidade Social (Cores) tem por finalidade assessorar a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em relação a políticas de responsabilidade social e seu desenvolvimento integrado. Cabe ao Cores mapear as formas de atuação das empresas nas questões sociais, seus resultados e perspectivas de sustentação e disseminação, promovendo, ainda, a difusão de exemplos e práticas bem-sucedidas de responsabilidade social empresarial.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Annette Reeves de Castro
Cabe ao Conselho Temático de Relações Internacionais (Corin) dirigir ações voltadas para os setores industriais exportadores do Ceará.
Busca inserir o Sistema FIEC em discussões realizadas no âmbito das negociações do comércio internacional, debatendo temas como a inserção do Brasil e do Ceará no cenário das relações internacionais, em consonância com as atividades do Centro Internacional de Negócios da FIEC.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Ana Karina Paiva Frota
O Conselho Temático de Relações Trabalhistas e Sindicais (Cosin) atua examinando as tendências do mercado de trabalho, políticas de empregos e salários no país, além das relações internacionais do trabalho, acompanhando a legislação, projetos de lei e decretos, em defesa dos interesses do setor industrial.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
André Luís Pinto
O Conselho Temático de Relações Trabalhistas e Sindicais (COSIN), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), realizou, na quinta-feira (30/07), sua segunda reunião de 2026. O encontro reuniu presidentes de sindicatos patronais e lideranças industriais para debater temas estratégicos das relações trabalhistas e sindicais, diante das mudanças em discussão no cenário nacional.
Conduzida pelo presidente do COSIN, André Luís Pinto, a reunião abordou as atualizações sobre Saúde e Segurança do Trabalho, incluindo as discussões da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) e outros temas correlatos; o cenário da proposta de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1; o panorama da Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho (OIT); o andamento das negociações coletivas; e a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que estabelece as diretrizes gerais sobre Segurança e Saúde no Trabalho (SST) no Brasil, além de assuntos gerais de interesse da indústria.
Na abertura do encontro, André Luís Pinto destacou a importância de manter os sindicatos alinhados em torno dos principais temas que vêm impactando as relações de trabalho e o ambiente empresarial.
"Vamos discutir temas que estão no centro das relações trabalhistas no país, como a redução da jornada de trabalho e a escala 6x1, além das atualizações das normas regulamentadoras relacionadas à saúde e segurança do trabalho, das discussões da Comissão Tripartite, da NR-1 e do cenário das negociações coletivas deste ano. Esse acompanhamento é fundamental para que os sindicatos estejam preparados para as mudanças e possam orientar suas bases", afirmou.
O presidente do COSIN ressaltou que o conselho também funciona como um espaço de diálogo e construção de posicionamentos comuns entre as entidades representativas da indústria.
"Esse alinhamento é muito importante para que todos os sindicatos possam contribuir com suas percepções, compartilhar experiências e construir um entendimento conjunto sobre esses temas. As discussões ajudam no encaminhamento das ações e permitem que cada sindicato leve informações atualizadas e um posicionamento alinhado às suas respectivas bases", disse.
Além da pauta previamente estabelecida, a reunião reservou espaço para assuntos gerais, permitindo que os representantes dos sindicatos apresentassem demandas e debates relacionados ao ambiente trabalhista.
Cabe ao Conselho Temático de Meio Ambiente (Cotema) acompanhar e orientar ações de empresas industriais em questões relativas ao desempenho e gestão ambiental. É sua atribuição estimular práticas voltadas para a ecoeficiência e promover debates com especialistas e autoridades na área ambiental, sobre assuntos como licenciamento ambiental, controle e qualidade ambiental, tratamento e disposição de resíduos, coleta seletiva, entre outros. O Cotema também acompanha as tendências e impactos relativos à questão ambiental em discussão no Congresso Nacional.
Conta com o apoio do Sindiverde e do Núcleo de Meio Ambiente (Numa), ambos órgãos da FIEC.
OBJETIVOS:
PRESIDENTE:
Mark Augusto Lara Pereira
O Conselho Temático de Meio Ambiente (COTEMA) da FIEC realizou, na quarta-feira (16/09), sua 3ª reunião, no NEXI, na Casa da Indústria. O encontro teve como tema o Sistema de Créditos Hídricos e reuniu representantes dos Conselhos Temáticos e sindicatos associados para discutir o novo mercado de ativos ambientais e suas possibilidades para o setor produtivo.
À frente da reunião, o presidente do COTEMA, Mark Augusto, destacou a importância de aproximar o setor produtivo de temas que envolvem meio ambiente, inovação, sustentabilidade e desenvolvimento econômico. A pauta foi sugerida pela conselheira Brígida Miola. “É uma oportunidade para entendermos melhor como funcionam os créditos hídricos e refletirmos sobre as oportunidades e os desafios que esse novo mercado pode trazer para o Ceará e para o setor produtivo”, afirmou Mark.
A economista Aline Xavier, da CearaPar, apresentou o funcionamento do Sistema de Créditos Hídricos, iniciativa que representa uma nova forma de transformar a água em ativo ambiental. O projeto foi instituído pela Lei nº 19.693, de 26 de março de 2026, que criou o Sistema de Créditos Hídricos do Estado do Ceará (SCH-CE) e o Mercado de Créditos Hídricos (MCH-CE). A legislação estabelece regras para geração, verificação, certificação, comercialização e baixa dos créditos, assegurando segurança jurídica, transparência e rastreabilidade.
Com a criação do SCH-CE e do MCH-CE, o Ceará se tornou o primeiro estado brasileiro a estabelecer um sistema próprio de créditos hídricos. A proposta é transformar iniciativas relacionadas à conservação e à disponibilidade de água em ativos ambientais que possam ser certificados e negociados, criando novas possibilidades para a gestão dos recursos hídricos e para o setor produtivo.
Segundo Aline, a escolha da água como ativo está relacionada à experiência do Ceará na gestão dos recursos hídricos. “O Ceará tem uma experiência muito robusta de gestão, monitoramento e outorga da água. Por isso, faz sentido que o primeiro ativo ambiental seja justamente na área hídrica”, explicou.
Durante a apresentação, também foram abordados os critérios para geração e certificação dos créditos e a necessidade de segurança jurídica para o desenvolvimento do mercado. No mesmo dia da reunião, foi publicado no Diário Oficial do Estado edital para credenciamento de operadores que poderão atuar no mercado.
Possibilidades para a indústria
A criação do mercado também pode abrir novas possibilidades para empresas que investem em práticas de sustentabilidade. De acordo com Aline, o crédito hídrico pode contribuir para viabilizar investimentos em soluções ambientais e criar novas oportunidades de geração de receita. “O ativo ambiental pode gerar uma receita acessória que ajude a empresa a investir em ESG. Isso também pode facilitar o acesso a novos mercados, principalmente para empresas exportadoras, que encontram cada vez mais exigências relacionadas a produtos mais verdes, certificados e selos”, destacou.
A economista ressaltou ainda que a indústria poderá participar tanto como originadora quanto como compradora de créditos, ampliando as possibilidades de aplicação do mecanismo nas cadeias produtivas.
Para Paula Frota, vice-presidente de Sustentabilidade do Sinduscon, a discussão trouxe novas perspectivas para o setor da construção. “Saio daqui cheia de ideias para o setor e também para disseminar essa iniciativa em outros estados. É uma oportunidade importante para gerar recursos adicionais e dar mais agilidade aos investimentos em segurança hídrica”, afirmou.
Participação dos Conselhos Temáticos
A reunião contou ainda com a presença de presidentes e representantes de outros Conselhos Temáticos da FIEC, entre eles Paulo Rabelo, presidente do Conselho Temático de Inovação e Tecnologia (COINTEC); Emílio Moraes, presidente do Conselho Temático de Economia, Finanças e Tributação (COFIN); Heitor Studart, presidente do Conselho Temático de Infraestrutura (COINFRA); e José Antunes Mota, diretor da FIEC e presidente do Conselho Temático de Agronegócio (CONAG).
A próxima reunião do COTEMA está prevista para 11 de novembro, no Quartel-General da 10ª Região Militar. O encontro será uma oportunidade para os conselheiros conhecerem a instituição e ampliarem a integração entre os participantes.





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